Duas internas do sistema prisional conseguiram ter suas penas mudadas para domiciliar e vão cuidar dos filhos, nascidos em janeiro. De acordo com a Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul, elas foram condenadas por tráfico de drogas.
Uma delas é campo-grandense, tem 21 anos e estava no regime semiaberto, mas abandonou o local e foi recapturada logo após sair da maternidade. Já a outra, de 24 anos, é moradora de São Paulo e foi presa preventivamente por aqui, com mandado em aberto.
Segundo o defensor que atuou no caso, Nilson Geraldo, da 18ª Defensoria Pública Criminal de Campo Grande, o benefício valerá até o fim de julho deste ano.
"É necessário, com um olhar crítico e humanizado sobre a realidade tratada neste processo, implementar medidas concretas para reduzir as graves violações dos direitos humanos conferidos ao recém-nascido", destacou Nilson.
Uma das presas deu à luz de forma prematura e também é mãe de outras duas crianças, de 7 e 2 anos.
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